Estudo inédito avalia resultados do Programa de Eficiência Energética

Eine Collage mit drei Szenen von einer Podiumsdiskussion, bei der zwei Frauen und ein Mann teilnehmen.

Uma amostra de 1.485 projetos de Eficiência Energética realizados entre 2008 e 2022 proporcionou economia de 1.776 MWh por ano no País – equivalente ao consumo anual de mais de 6 mil famílias – e beneficiou, em sua maioria, consumidores de baixa renda. Esses são alguns dos destaques do estudo que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH apresentaram em 25 de outubro, em São Luis (MA), sobre os impactos do Programa de Eficiência Energética (PEE) do setor elétrico brasileiro.

Trata-se de uma avaliação inédita conduzida em parceria com o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para a África Lusófona e Brasil da Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP CLEAR), que apresentou o estudo durante o Congresso de Inovação Tecnológica e Eficiência Energética do Setor Elétrico (Citeenel). Acesse aqui o Sumário Executivo sobre o projeto.

O Programa de Eficiência Energética (PEE) é a maior fonte de recursos para iniciativas de Eficiência Enérgica do país. Regulado e fiscalizado pela ANEEL, o PEE é implementado por meio das distribuidoras de energia elétrica dos diversos estados, que devem aplicar parte de suas receitas em ações. “Ao longo dos anos, o Programa de Eficiência Energética tem proporcionado inúmeros benefícios aos consumidores de energia elétrica em todo o Brasil – e não se trata apenas da redução no consumo, mas também dos impactos sociais, econômicos e ambientais significativos, especialmente entre a parcela mais carente da população”, comentou o Secretário de Inovação e Transição Energética da ANEEL, Paulo Luciano de Carvalho, ao lançar a publicação sobre o estudo.

Sobre o estudo

Baseado no guia Avaliação de Política Públicas: Guia Prático de Análise Ex Post, do Governo Federal, o estudo consistiu numa análise baseada em evidências, com três etapas principais – Avaliação Executiva, Avaliação de Implementação e Avaliação de Resultados. Participaram da iniciativa representantes de todo o ciclo da política pública: ANEEL, distribuidoras, empresas de engenharia especializadas em Serviços de Conservação de Energia (ESCOs), avaliadores externos, empresas de auditoria e beneficiários distribuídos entre prefeituras municipais, hospitais, indústrias, cooperativas agrícolas e empresas de distribuição de água e saneamento.

O estudo foi realizado no âmbito da parceria entre ANEEL e projeto Sistemas de Energia do Futuro, que integra a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável e é implementado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela GIZ, com recursos do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha.

Fonte: gov.br

Renata Bennet

Assessora de Comunicação
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